Relatório Exclusivo

A Realidade das Pessoas com Síndrome de Down no Brasil

Este relatório é um marco na luta por equidade racial na síndrome de Down no Brasil. Analisamos, pela primeira vez, como o racismo estrutural impacta diretamente a qualidade e a expectativa de vida da população negra com T21.

Mais do que um estudo, é uma ferramenta de advocacy que expõe a "dupla invisibilidade" e cunha o conceito de "racismo inclusivo" para nomear a exclusão que ocorre dentro dos próprios espaços de inclusão.

Baixar Relatório Completo
Capa do Relatório 'A Realidade das Pessoas com Síndrome de Down no Brasil'

O Destaque Mais Urgente: Disparidade Letal

Nossos dados revelam uma verdade chocante: a expectativa de vida de pessoas negras com Síndrome de Down no Brasil é drasticamente menor que a de pessoas brancas.

34.9 anos

Pessoas Negras com SD

60.2 anos

Pessoas Brancas com SD

"Esta não é uma diferença biológica, mas uma consequência direta do racismo estrutural que limita o acesso a diagnósticos e terapias precoces."

Principais Achados

Analisamos as falhas sistêmicas que perpetuam a exclusão e a invisibilidade.

"Loteria do CEP"

O relatório expõe uma subnotificação de nascimentos de crianças com SD que chega a 60% nas regiões Norte e Nordeste do país (de maioria negra), em comparação com o Sudeste. O local de nascimento define o acesso a terapias.

Racismo Inclusivo

O conceito, cunhado pelo Instituto, que nomeia a exclusão sutil que ocorre dentro dos próprios espaços de inclusão (escolas, clínicas) que não são racializados.

Invisibilidade Estatística

A falha do Censo e dos sistemas de saúde em coletar dados interseccionais (raça + deficiência) impede a criação de políticas públicas focadas.

Anulação da Cuidadora

A sobreposição de barreiras (gênero, raça e classe) que recai sobre as mães e cuidadoras. A falta de redes de apoio e o "Paradoxo do BPC" (Gaiola de Ouro) anulam a autonomia financeira e de vida dessas mulheres.

Acesse o Relatório Completo

Tenha acesso à análise completa, metodologia, dados detalhados e às propostas de políticas públicas para combater essa realidade.

Baixar o Relatório Agora